Archive for the ‘Vida caseira’ Category

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Sunomono…

09/11/2009

…é aquela entradinha com molho de vinagre que geralmente oferecem em restaurantes japoneses. Geralmente vem com pepino e, de vez em quando, harusame (um macarrão bem fininho e transparente feito de arroz ou soja, geralmente servido em forma de salada fria), acelga, algas, mariscos, etc. O molho também pode ter um ou outro ingrediente a mais ou a menos, como alho ou hondashi (um tempero em pó à base de peixe). Cada restaurante tem a sua versão que pode variar com a época do ano, também.

Mas o que importa é que é algo bem simples e rápido de se fazer, além de bem gostoso (ou seja, não tem muita margem para erro).
Procurando pela internet, encontrei este blog com a receita, a mais simples que encontrei. Mesmo assim, ainda dei uma simplificada.
Por exemplo, usei apenas cenouras fatiadas em rodelas beeem fininhas (tem um ralador-fatiador que a gente encontra em lojinha na Liberdade e faz esse trabalho facinho) e um pouco de algas desidratas, e o molho não fervi, apenas misturei até dissolver. O único acréscimo foi de umas pitadas de hondashi. Aliás, o molho é esse:
4 colheres de sopa de vinagre
2 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de água
1 colher de chá de sal

A quantidade de cenouras e algas foi basicamente a suficiente para mergulhar no molho.
O melhor de tudo é que deixar na geladeira para comer no dia seguinte faz a cenoura e as algas absorverem mais o caldo.

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Porque, de graça, até… (complete com a tranqueira de que você quer se desfazer)

06/18/2009

…mesa pra computador comprada no Extra e cama (meia beliche) de uma loja X…

Para quem tiver algo que não usa mais e simplesmente ocupa um espaço precioso na sua casa, mas que não conseguiu/não se deu ao trabalho de tentar vender e, ao mesmo tempo, tem um sentimento de desapego digno de admiração/piedade: FreeCycle. Um site de doações que realmente funciona.

Até já consegui me desfazer da cama, cuja saga foi escrita em um dos posts anteriores, e recebi uma caixa com chocolates (!) como agradecimento. E, sim, eu avisei sobre todos os contras ao cara que a levou. Nada que alguns pregos a mais no estrado não resolvam…

Só falta agora eu me desfazer da mesa, por enquanto, reservada para uma mocinha simpática que me falou sobre um tipo de evento que, se eu participar e for ok, conto na próxima semana…

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A biografia de uma cama – ou, Manual para estudantes com pouca grana

03/20/2009

Quando a gente acaba de sair da casa dos pais ou de parentes, principalmente para se mudar para uma república ou para morar sozinho mesmo, volta e meia há aquele obstáculo da falta de móveis – a não ser que você entre para uma república ou apê já todo mobiliado. Se a pessoa em questão não tem muita grana (provavelmente por ainda não ter emprego) e aceita qualquer coisa pra quebrar o galho, há a opção de uma Casas Bahia ou uma Marabraz da vida para pequenas e indispensáveis coisas como uma cama ou um fogão.

No meu caso, 2006 foi o ano em que eu e uma colega de faculdade resolvemos sair de casa (eu, da casa do meu avô, perto de São Bernardo, e ela, de seu lar em São José dos Campos). Sem muita grana e sem emprego, nós duas entramos para uma república onde, ainda bem para nós, já tinha a maioria dos artigos de primeira necessidade, como o fogão, geladeira, máquina de lavar roupas, e até coisas mais secundárias (supérfluas, vai) como televisão com rack, mesa de jantar decente com cadeiras, armários embutidos…

Então, de acordo com nosso orçamento, compramos em uma loja, cujo nome não lembro, uma beliche que saiu por uns 184 reais (sem colchão) parcelados em quatro vezes e, alguns meses depois, fomos ao Extra da Brigadeiro e compramos mesas para computador por uns 100 contos e cadeiras de praia por uns 9,90.  Bom, uns dois anos depois, quando já estava trabalhando e ganhando salário, troquei a mesa pra computador por uma mesa de escritório maior, apenas 40 reais mais cara, e a cadeira por uma mais decente, com estofadinho e braços, por uns 150, ambas na Workmóveis. No final, a diferença de preço delas nem foi aqueeeelas coisas, pelo menos a da mesa, mas, convenhamos, quando não temos dinheiro, dez reais pesam um bocado… Fiz essa troca e logo percebi que fez um bem danado pra minha coluna e para a tendinite incipiente no meu braço direito, aliás. A cama, por maior qualidade de vida, eu troquei por uma maior e bem mais decente.

Mas a história deste post é sobre a primeira cama, a que servia só pra dormir, e rangia toda vez que subia nela e virava pros lados. Ou seja, movimentos bruscos, nem pensar. Até que serviu bem por mais de dois anos, e depois de aposentada me pareceu ainda boazinha, largada no canto da sala. Até pensei em vendê-la neste ano para algum bixo do mesmo curso que eu, que também esteja na fase saindo de casa/sem grana/sem emprego. Cheguei a encontrar uma pessoa interessada na cama, mas… Quando fui encaixá-la para tirar a foto e mostrar o estado dela, simplesmente desisti… Os pregos já não estavam prendendo nada do estrado, e as ripas já estavam fendidas onde deveriam ser encaixados os parafusos… Nada se encaixou. Ou seja, sem pra só dormir serve mais… Uma pena, acho que se estragou durante a última mudança… Ao menos serviu razoavelmente bem enquanto a usei.

R.I.P (2006-2009)

R.I.P (2006-2009)